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Relação entre os Estados Unidos e Osama Bin Laden

Em qualquer pesquisa realizada pela internet, é possível obter informação sobre quem é ou foi Osama Bin Laden. Estamos aqui para trazer outros fatos que aconteceram no recorrer dos anos, há tempos e que foram esquecidos facilmente.

O principal "inimigo" americano, por ser um dos acusados de ter planejado e executado o ataque de 11 de setembro de 2001, Osama, também conhecido no mundo islã como The Prince ("O Príncipe"), The Director ("O Diretor"), fundador da al-Qaeda , organização terrorista famosa no mundo. Foi em tempos atrás não um vilão para o governo dos Estados Unidos, mais sim, um aliado, como mostrado na revista “Aventuras na História”, publicada pela Editora Abril.
Na reportagem intitulada “De aliado a inimigo nº 1: Bin Laden”, Carolina Pulici lembra que o “perigoso terrorista” – “um abastado jovem muçulmano, educado junto à realeza da Arábia Saudita” –, foi uma criação dos EUA no sombrio período da “guerra fria”. A sinistra relação teve início no final dos anos 1970, no Afeganistão. Para derrubar o governo nacionalista deste país estratégico, que contava com o apoio da União Soviética, os EUA financiaram e treinaram um grupo de rebeldes. “Sob a justificativa de que era preciso conter a expansão soviética no Terceiro Mundo, o presidente Ronald Reagan propôs armar os rebeldes afegãos, que chamou de freedom fighters (ou guerreiros da liberdade)”. Bin Laden passou a ser o principal amigo dos EUA no conflito. Feitiço contra o feiticeiro. Com a derrubada do governo afegão e a derrota dos soviéticos, porém, a sua guerra santa, “jihad”, voltou-se contra as ambições do imperialismo estadunidense na região. A invasão do Iraque em 1990 e a instalação de uma base militar na Arábia Saudita, em 1991, agravam os conflitos entre os antigos aliados. Bin Laden “passou a financiar e dar apoio logístico aos mais variados movimentos de insurgência islâmica e declarou que expulsaria os americanos com as próprias mãos do território sagrado do Islã”. É desta fase a organização da Al Qaeda (“a base”), uma rede de seguidores espalhados pelo mundo dispostos à “guerra santa” contra os EUA. Em fevereiro de 1993, o grupo explode um carro-bomba no subsolo do World Trade Center, em Nova York, matando seis pessoas. Em outubro, ataca a embaixada ianque na Somália, matando 18. Após uma série de atentados, a Al Qaeda promove sua ação mais audaciosa, com os ataques às torres gêmeas de Nova York e ao Pentágono, em 11 de setembro de 2001.
Isso mostra que o feitiço voltou contra o feiticeiro, pois não é a primeira vez que os EUA apoiaram lideres para ataques contra inimigos.  O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein foi apoiado pelos Estados Unidos em ataque ao Irã há muitos anos.
Observamos que, Barak Obama atual Presidente dos EUA, que foi exaltado pelo mundo todo, seria diferente de  seus antecessores, por exemplo - Bush – que deixou uma dívida enorme aos cofres públicos americanos, para brincar de "batalha naval" pelo mundo, age da mesma forma que os demais.  
Não estamos aqui defendo fanáticos religioso como Osama, mas sim, apresentando que intervenções e alianças duvidosas podem trazer no futuro uma conseqüência drástica. A demonstração de imposição de cultura, forma de governo e costumes em uma sociedade diferente não são a melhor maneira de trazer a paz.  Até hoje não vemos resultado no Afeganistão e Iraque, mas sim um aumento do ódio entre as nações mundiais.

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