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VITIN CHEGA A UBERABA PARA ENCONTRO ESPECIAL NA CASA DI GIULIETTA COM FASE SOLO INTENSA E SEM RÓTULOS: "SOU O QUE A MÚSICA PEDE"


Por: André Montandon

Depois de marcar uma geração como vocalista da Onze:20, o cantor e compositor Vitin segue trilhando um caminho cada vez mais pessoal, livre e conectado com suas raízes musicais. Em sua fase solo, o artista mergulha em um som que mistura reggae, dub, hip-hop e black music — sempre guiado pela intuição e pela essência de “fazer o que a música pede”.

No dia 10 de maio, Vitin chega a Uberaba para um encontro especial na Casa di Giulietta, a partir das 16h20, em um evento que promete muito mais do que um show: uma experiência sonora que transita entre sound system, pesquisa musical e conexão jamaico-brasiliana.

Foto: Divulgação 

No line-up do Dub Session, ele divide a vibe com Eremita Roots e Banda Mafu, reforçando a proposta de um som artesanal, feito à mão, com raiz e liberdade.

Colecionando parcerias com grandes nomes da música nacional que atravessam diferentes cenas — como Anitta, Ivete Sangalo, Dennis Dj — Vitin chega a Uberaba pronto para apresentar sua nova fase e fortalecer essa conexão direta com o público.

Antes desse encontro inédito na cidade, o Zebu na Rede trocou uma ideia com o artista sobre carreira, processo criativo e o que vem pela frente. Confere aí:

– Depois de uma trajetória marcante à frente do Onze:20, você iniciou sua carreira solo com uma proposta de revelar sentimentos ainda mais profundos, experiências pessoais e viscerais. Hoje, qual você diria que é a principal diferença entre o Vitin de antes e o de agora dentro da música?  

Vitin - Eu não digo que exista uma diferença muito grande, só mesmo a possibilidade de mostrar mais de quem eu sou, escrever, cantar, produzir algo que saia das minhas mãos, diretamente pra mim mesmo e pra quem se identifica!

– “O que a levada pede” abriu esse novo capítulo da sua carreira. Olhando pra esse e outros lançamentos, o que você sente que ainda quer explorar ou provar artisticamente nessa fase?  

Vitin - Provar, eu não pretendo provar nada. Prefiro a expressão: Mostrar!
“O que a levada pede “ veio pra dizer que eu estou aqui e continuo fazendo o que a vida pede, o que a música me pede! 
O reggae é o meu caldeirão, e nesse caldeirão, nessa receita, eu misturo e faço o que a música me pede. Se a música soar na minha cabeça como um samba, ela será gravada como um samba, se ela soar como um rock, ela vai ser gravada assim. 
O Que A Levada Pede é a música que veio pra dizer que sou a mistura que é filha de uma terra gigante e tão rica em ritmos e culturas! 

– Entre estúdio, composição e estrada, a rotina de um artista solo costuma ser mais intensa e pessoal. O que tem sido mais desafiador — e ao mesmo tempo mais recompensador — nesse processo?

Vitin - Nessa fase Solo, tem muito mais correria mesmo.
O trabalho, a produção, a paternidade atípica, tudo isso tem um peso, e um valor maior! 
Acredito que seja tudo mais desafiador, não tem um ponto específico!
A luta ainda é a luta! 

– Pra fechar: manda um recado especial pra galera que acompanha o Zebu na Rede e que está na expectativa pro dia 10 de maio, na Casa de Giulietta — que vibe você promete entregar nesse primeiro encontro com Uberaba?

Vitin - Um grande abraço pra geral que está curtindo o Zebu na Rede!
Estou muito ansioso pra encontrar com vocês e nos divertir muito!
Um abraço e pensa em mim que eu tô chegando! ✨💚💛❤️✨

Já garantiu o seu ingresso para essa super show❓️ 
Não!?

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